Descobri o Meu Patchwork: A Arte que Me Traz Serenidade”
Pode até parecer estranho falar em “virar a chave” dois meses depois de termos iniciado 2026. Mas, para mim, este momento é esperado há muito, muito tempo.
Certo dia, fazendo um curso de aprimoramento com a professora e quilter , @ElianaZerbinat ouvi algo que marcou profundamente o meu coração. Ela disse mais ou menos assim , que o “patchwork oferece um leque enorme de possibilidades e que cada uma de nós, com o tempo, pesquisa e dedicação, descobriria aquilo que nos daria mais prazer em fazer.”
Eu levei esse conselho a sério.
Segui pesquisando, praticando, experimentando… e me encantei — aliás, fiquei deslumbrada — com tudo o que é possível criar a partir de pequeninos pedaços de tecido costurados à mão.
Tenho me esforçado muito para desenvolver a delicadeza e a precisão das japonesas (ainda tenho muito a estudar, eu sei ). Mas hoje entendo que não quero apenas aprender. Quero também ensinar aquilo que já aprendi.
Não vou deixar o patchwork tradicional de lado. Não vou abandonar o patchwork de improviso. E continuo aprendendo quilt com a querida @FabiaDiniz .
Mas, sem dúvida, finalmente descobri qual é o patchwork que mais me traz prazer e serenidade.
É o patchwork feito à mão.
Com aplicação, com EPP com hexágonos… e tudo o que envolve esse universo delicado.
Eu amo o que escolhi como profissão. Trabalhar com aquilo que nos dá alegria é um privilégio — e quem vive do artesanato sabe exatamente do que estou falando.
Eu sou privilegiada.









